| A proposta do Ginga do Mané |
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O Choro é um gênero musical brasileiríssimo, que arrebata a atenção de qualquer platéia, com seus andamentos velozes e vibrantes. Da mesma forma, envolve e cativa a todos com a criação de um ambiente melancólico e sereno, patrocinado por algumas de suas composições mais lentas com seus arranjos sublimes. Não há como ficar indiferente ao choro bem executado.
A proposta do Ginga do Mané é o estudo e a divulgação – com competência – desse gênero musical apaixonante, dando ênfase à produção local. Para cumprir estes propósitos, o grupo executa um repertório especial de clássicos do gênero, além de músicas de qualidade colecionadas através de pesquisa histórica, especialmente entre compositores catarinenses. Também incorpora ao seu repertório sugestões do público de suas apresentações.
Assim, por onde passa, o Ginga do Mané conquista mais e mais adeptos para esse gênero musical que pode ser definido com uma das grandes expressões da alma brasileira. |
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Nome do grupo |
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O nome Ginga do Mané faz alusão ao choro A Ginga do Mané, do grande mestre Jacob do Bandolim. Também faz referência ao jeito florianopolitano de ser, cujo nativo é carinhosamente chamado de “manezinho”.
O trabalho do grupo é bem sintetizado no nome escolhido, pois trabalha com seriedade, comprometimento e paixão pelo choro (como foi a trajetória de Jacob do Bandolim), com irreverência e improvisação (como os dribles do genial Mané Garrincha) e com alegria e simplicidade (exemplos da vida do ilhéu). |
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Trajetória |
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A célula inicial do quarteto nasceu nas aulas práticas ministradas no Centro Musical Wagner Segura, onde alguns de seus membros foram alunos. Dois deles hoje são professores da escola – a cavaquinista Fernanda da Silveira e o pandeirista Fabricio Gonçalves.
Os seus componentes – Bernardo, Fabricio, Fernanda e Raphael – buscam mesclar a impetuosidade da juventude com a necessária dedicação e responsabilidade para executar obras musicais tão requintadas, que beiram o perfeccionismo. Seguem assim o exemplo de alguns jovens, de meados da década de 1970, que fundaram o grupo Os Carioquinhas – uma das principais influências do Ginga do Mané.
Aquele grupo era formado por nada menos que Celso Alves da Cruz (clarinete), Celsinho Silva (pandeiro), Luciana Rabello (cavaquinho centro), Maurício Carrilho (violão), Mário Florêncio Nunes (percussão), Paulo Magalhães Alves (bandolim), Rafael Rabello (violão 7 cordas) e Téo Oliveira (arranjador). |
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Algumas Apresentações do Ginga do Mané |
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Dentre as participações e apresentações do Ginga do Mané, além da conquista do troféu Prêmio Franklin Cascaes de Cultura (2009, referente a 2008), podem ser destacadas:
III Festival dos Grupos de Samba-Raiz de Florianópolis (setembro de 2004)
– lançamento do Clube do Choro de Florianópolis (maio de 2005)
– Oficina Ritmos Brasileiros, no Centro Integrado de Cultura, acompanhando o mestre Jorginho do Pandeiro – Grupo Época de Ouro – (agosto de 2005)
– Projeto Regionalização da Cultura Musical, com a Orquestra Sinfônica de Santa Catarina, no município de Pinhalzinho/SC (setembro de 2005)
– Circuito Banco do Brasil – Etapa Santa Catarina (junho de 2005).
– Operação Verão 2006 Apresentações nas praias - Prefeitura Municipal de Florianópolis (janeiro e fevereiro de 2006)
- Dia Nacional do Choro – Produção Musical e apresentação (2009)
Também podem ser lembradas as seguintes participações:
– VI Encontro Nacional dos Advogados da União
– II Seminário Nacional sobre Advocacia do Estado (agosto de 2005)
– Happy Hour com Choro, promovido pelo Rotary/Rotaract Kobrasol (setembro de 2005)
- FAM – Festival Audiovisual do Mercossul (2007, 2008 e 2009).
- Fenaostra (2007,2008) |
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